sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Três contos de Natal

Primeiro conto: Natal de quem?
O dia 25 de dezembro, na vida do Império Romano era a “festividade do Natal do Sol invicto”.
Com efeito: os cultores do Sol (identificado, em vários lugares, com o Deus Mitra) celebravam naquela data o solstício, novo surto do Sol ou o alongamento dos dias após o declínio da luz solar no outono e no início do inverno (europeu).

Assim, por exemplo, o Calendário do astrólogo Antíoco rezava no seu original grego: “Mês de dezembro... 25... Natal do Sol: cresce a luz”; o Calendário de Fúrio Filócalo registrava: “25 de dezembro, Natal do Sol Invicto”. César Juliano recomendava os jogos que no fim do ano eram celebrados em honra do “Sol invicto”. No século V, S. Agostinho explicava o costume já vigente, dizendo: “Festejamos este dia solene, não como os pagãos voltados para este Sol, mas voltados nós para aquele que fez este Sol"


Segundo conto: Árvore de quem?
A Enciclopédia Barsa diz textualmente:
"A árvore de Natal é de origem germânica, datando do tempo de S. Bonifácio (cerca de 800 d.C.). Foi adotada para substituir os sacrifícios ao carvalho sagrado de Odin (deus germânico-nórdico, demônio das tempestades, deus dos mortos e deus da magia), adorando-se uma árvore, em homenagem ao Deus-menino".

Terceiro conto: Quem é o sr. Noel?
São Nicolau nasceu no século 3, em Patras, na Grécia. Dizia-se que na cidade em que ele nasceu viviam três irmãs que não podiam se casar por não ter dinheiro para o dote. O pai das meninas resolveu, então, vendê-las conforme fossem atingindo a idade adulta. Quando a primeira ia ser vendida, Nicolau soube do que estava acontecendo e, em segredo, jogou através da janela uma bolsa cheia de moedas de ouro, que foi cair numa meia posta para secar na chaminé.


Em meados do século 13, a comemoração do dia de São Nicolau passou da primavera para o dia 6 de dezembro, e sua figura foi relacionada com as crianças, a quem deixava presentes vestido de bispo e montado em burro. Na época da Contra-reforma, a Igreja católica propôs que São Nicolau passasse a entregar os presentes no dia 25 de dezembro, tal como fazia o Menino Jesus, segundo a tradição destes tempos e que ainda hoje continua em alguns pontos da América Latina.
Ao longo do século 19, Santa Claus foi representado de muitas maneiras. Ele teve diferentes tamanhos, vestimentas e expressões, desde um gnomo jovial até um homem maduro de aspecto severo. Em 1862, o desenhista norte-americano de origem alemã Thomas Nast realizou a primeira ilustração de Santa Claus descendo por uma chaminé, embora ainda tivesse o tamanho de um duende. Pouco a pouco ele começa a ficar mais alto e barrigudo, ganhar barba e bigode brancos e a aparecer no Pólo Norte.

A verdade, crua e nua verdade:
O mundo esculhemba com os cristãos o ano todo, mas chega no "dia do natal", temos que festejar o deus sol, colocar uma árvore usada para sacrifícios ao deus pagão Odin dentro da nossa casa, e achar legal que o sr. Noel, um gnomo jovial, dê presentes para nossas crianças!
E Jesus?  Na verdade não tem nada a ver com isto!

A verdade verdadeira:
O nascimento de Jesus, não é importante!
A vida de Jesus, é importante!
A morte de Jesus, não é importante!
A ressurreição de Jesus é importante!

Explico! Larguem suas pedras!

Se Jesus tivesse apenas nascido e morrido, seria um homem natural, nem saberíamos que êle existiu!

MAS ÊLE VIVEU SEM PECADO, A SI MESMO SE ENTREGOU, A MORTE NÃO PÔDE SEGURÁ-LO E RESSUSCITOU!

A verdadeira verdade verdadeira:
Jesus disse para celebrar-ms sua morte, até que êle venha!
Não mandou celebrar o seu nascimento!
Mandou celebrar a sua aliança!
Mandou celebrar a ressurreição!
Mandou celebrar a salvação!

Aproveitando, a oportunidade,

ONDE PASSARÁS A ETERNIDADE?

RIMOU!

Receba a verdade verdadeiramente verdadeira:

Jesus Salva! Vai pro céu, tchê!

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